A Square Enix chega com expectativa de trazer Final Fantasy VII Revelation jogável, a Nintendo promete novidades para o Switch 2 e a SEGA retorna pelo quarto ano seguido, um sinal de que o público brasileiro virou prioridade recorrente pra publisher que normalmente prioriza mercados maiores. A programação ainda soma shows da Video Game Orchestra e uma arena de eSports com patrocínio da Monster Energy.
Os ingressos variam de R$ 149, pra um dia único, até opções premium com camarote, e o dia 9 de outubro fica reservado só pra imprensa e reuniões de negócio, formato que a feira adotou nos últimos anos pra separar cobertura profissional do público geral. A edição de 2025 reuniu 306.798 visitantes em quatro dias, e o CEO Marcelo Tavares promete mais estações de jogo e presença internacional ainda maior para 2026.
O crescimento contínuo da BGS contrasta com o cenário de edições anteriores da própria feira, quando o evento ainda disputava espaço e verba de patrocínio com feiras internacionais mais consolidadas. Hoje ela compete de igual pra igual com gamescom e Tokyo Game Show na hora de decidir onde uma publisher investe seu orçamento de presença na América Latina.
Falta pouco mais de três semanas pro evento abrir as portas, e a lista de confirmações deve crescer nas próximas semanas conforme mais estúdios anunciam presença.