Geral
Not A Hero, um shooter insano e deliciosamente incorreto
Violência gratuita e pixelada, campanhas politicamente incorretas, um coelho gigante do futuro se candidatando à prefeitura e vários anti-heróis com estilos únicos dispostos a varrer o crime da cidade à moda antiga (ou futurista): matando os criminosos.
Not A Hero é um game que traz todos esses elementos em um ritmo insano no estilo plataforma tiro (também conhecido como side-scrolling) e cover-shooter (você pode se proteger dos ataques).
Desenvolvido pelo estúdio indie britânico Roll7, que criou o game de skate estilo side-scrolling OlliOlli, Not A Hero foi lançado na Steam em 2015 e está disponível também para PS3 e PS4.
Explicando um pouco melhor o enredo um tanto bizarro de Not A Hero, o game é centrado na campanha política de BunnyLord, um coelho antropomórfico do futuro que quer se tornar prefeito.
E adivinha quem BunnyLord contrata para ser gerente de campanha? Steve, um assassino profissional sem qualquer experiência na política. E o objetivo? Limpar o crime da cidade, distrito por distrito, com o auxílio de um bando de “heróis” com habilidades diferenciadas.
O game conta com o sistema de missões que têm objetivos primários e secundários e muitos imprevistos que podem virar o jogo (desde helicópteros de artilharia a... pugs). Você escolhe com qual personagem vai enfrentar seus inimigos, aproveitando diversos estilos de luta e armas, que vão desde espingardas a katanas e martelos.
Alguns destaques da jogabilidade são a possibilidade de correr, deslizar, rolar, desviar e interagir com elementos do cenário. Por exemplo, você pode pular de um andar para o outro quebrando janelas e se proteger de tiros.
Como você pode imaginar, o ritmo do game é frenético. Além da jogabilidade, todos os elementos da arte também contribuem para isso, desde a trilha sonora intensa até os gráficos vibrantes e a dublagem muito bem humorada.
Basta assistir o trailer oficial com o sotaque britânico carregadíssimo do narrador para sentir a vibe do game. O bagulho é loko.
Quanto à curva de aprendizado, Not A Hero não é um game fácil, e as missões se tornam progressivamente mais difíceis, mas nada além do esperado para um game cujo conceito é violência gratuita e insana.
Vale lembrar que Not A Hero não promete ser moral ou politicamente correto em momento algum. Pelo contrário.
A base do jogo é o seu humor ácido e ironia acentuadas, e na própria descrição do game podemos encontrar várias piadinhas como o uso de “força adequada de forma inadequada”. E, se você levou a sério, dê uma olhada no BunnyLord (ou qualquer personagem de Not A Hero) novamente.
Em resumo, o game Not a Hero é uma ótima pedida para quem gosta de um bom shooter loko e quer extravasar os estresses da vida atirando para todos os lados. Nesse quesito, o game sem dúvidas é 10/10.
Explicando um pouco melhor o enredo um tanto bizarro de Not A Hero, o game é centrado na campanha política de BunnyLord, um coelho antropomórfico do futuro que quer se tornar prefeito.
E adivinha quem BunnyLord contrata para ser gerente de campanha? Steve, um assassino profissional sem qualquer experiência na política. E o objetivo? Limpar o crime da cidade, distrito por distrito, com o auxílio de um bando de “heróis” com habilidades diferenciadas.
O game conta com o sistema de missões que têm objetivos primários e secundários e muitos imprevistos que podem virar o jogo (desde helicópteros de artilharia a... pugs). Você escolhe com qual personagem vai enfrentar seus inimigos, aproveitando diversos estilos de luta e armas, que vão desde espingardas a katanas e martelos.
Alguns destaques da jogabilidade são a possibilidade de correr, deslizar, rolar, desviar e interagir com elementos do cenário. Por exemplo, você pode pular de um andar para o outro quebrando janelas e se proteger de tiros.
Como você pode imaginar, o ritmo do game é frenético. Além da jogabilidade, todos os elementos da arte também contribuem para isso, desde a trilha sonora intensa até os gráficos vibrantes e a dublagem muito bem humorada.
Basta assistir o trailer oficial com o sotaque britânico carregadíssimo do narrador para sentir a vibe do game. O bagulho é loko.
Quanto à curva de aprendizado, Not A Hero não é um game fácil, e as missões se tornam progressivamente mais difíceis, mas nada além do esperado para um game cujo conceito é violência gratuita e insana.
Vale lembrar que Not A Hero não promete ser moral ou politicamente correto em momento algum. Pelo contrário.
A base do jogo é o seu humor ácido e ironia acentuadas, e na própria descrição do game podemos encontrar várias piadinhas como o uso de “força adequada de forma inadequada”. E, se você levou a sério, dê uma olhada no BunnyLord (ou qualquer personagem de Not A Hero) novamente.
Em resumo, o game Not a Hero é uma ótima pedida para quem gosta de um bom shooter loko e quer extravasar os estresses da vida atirando para todos os lados. Nesse quesito, o game sem dúvidas é 10/10.
Ainda não sabe o que achar? Dê uma olhada no trailer de Not A Hero:
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