Segundo a Game Informer, a fauna de GTA 6 se espalha por terra, ar e mar, com mais de 60 tipos de aves e mais de 30 mamíferos terrestres. Tem bicho nativo da Flórida, como flamingo, peixe-boi, pelicano, jacaré e tatu e também espécies invasoras, detalhe que mostra o tamanho da pesquisa de campo, como a iguana-verde, o sapo-cururu, o gato feral e o macaco-rhesus. Várias dessas espécies nunca apareceram num jogo da Rockstar, e os animais vão ser classificados em categorias de raro, descobrível e lendário, o que sugere algum tipo de coleção ou caça.
A parte visual é o que mais interessa a quem trabalha com arte para games. A revista cita iridescência, bioluminescência e translucidez na pele e nas penas, além de sistemas avançados de pena, pelo e pelagem que partem da tecnologia criada para Red Dead Redemption 2. Na prática, isso significa simular como a luz atravessa uma asa de garça ou brilha num bicho marinho à noite, coisa que custa caro em tempo real, e a Rockstar está aplicando isso a dezenas de espécies ao mesmo tempo.
Clima local e persistente
O sistema de clima foi refeito para ser mais localizado e persistente. Em vez de o mapa inteiro mudar de uma vez, partes diferentes de Leonida podem ter tempo diferente ao mesmo tempo, com tempestades tropicais, furacões, vento dinâmico, nuvens animadas e até arco-íris quando a luz permite. O mapa é o maior que a Rockstar já fez, com o dobro do tamanho do de GTA 5, dividido em seis regiões: Vice City, Leonida Keys, Grassrivers, Port Gellhorn, Ambrosia e o parque nacional Mount Kalaga.
A reportagem também confirma a volta das seis estrelas de procurado e um sistema novo de calor, em que a polícia junta informações sobre a sua aparência e o local do crime. Trocar de roupa passa a ser uma estratégia de fuga real.
Esse nível de cuidado com bioma combina com o que a Take-Two já tinha dito quando confirmou que GTA 6 não usa IA generativa na produção. GTA 6 chega em 19 de novembro de 2026 para PS5 e Xbox Series X|S, e a edição digital da revista já está no ar para assinantes.